
Estudar fora do país
É vantajoso?
É importante Estudar a idéia de se mudar para o exterior.Pare para pensar : Estou preparado?
Você conseguiria lidar com as dificuldades, os problemas e os conflitos que enfrentará no exterior? Provavelmente terá de dividir um quarto ou apartamento com alguém ou morar com uma família e ajustar-se à sua rotina. Então comece por analisar como se sai em sua própria casa. Por exemplo, seus pais reclamam que você não tem consideração ou que é egoísta? É exigente com comida? Costuma cooperar no serviço de casa? Se você tem problemas nesses aspectos agora, imagine como será num país estrangeiro!
Se informe:
Antes de se mudar, obtenha todas as informações. Não dependa só do que ouve falar. Por exemplo, se está pensando em estudar fora, já sabe quanto isso vai custar? Poderá ficar surpreso de saber que com freqüência as despesas envolvem milhares de dólares. Você também precisa informar-se se um certificado obtido no exterior é reconhecido em seu país. E também procure inteirar-se de tudo o que puder sobre o país — suas leis, sua cultura, seus costumes. Que despesas estão envolvidas em morar lá? Que impostos terá de pagar? Há riscos para a saúde que deve considerar? Seria bom conversar com alguém que já morou no país.
Há também a questão de onde morar. Em um programa de intercâmbio cultural, a família anfitriã geralmente não espera que se coopere com as despesas. A alternativa pode ser hospedar-se com parentes ou amigos. Mas tome cuidado para não se tornar um fardo para eles — mesmo que insistam em recebê-lo. Isso pode comprometer ou destruir seu relacionamento com eles.
Fica claro, então, que a decisão de mudar-se para um país estrangeiro envolve muita coisa — e não deve ser tomada precipitadamente. Converse com seus pais e pese bem os benefícios esperados e os possíveis perigos. Não se deixe cegar pelo entusiasmo. Seja honesto ao analisar as suas motivações. Ouça com atenção o que seus pais têm a dizer. Afinal, eles ainda se sentirão responsáveis por você, mesmo que esteja a centenas de quilômetros de distância. É provável que precise da ajuda financeira deles para sobreviver.
Depois de pesar os prós e os contras, talvez chegue à conclusão de que não é aconselhável mudar-se para um outro país — pelo menos por enquanto. Você pode ficar decepcionado, mas há muitas outras coisas interessantes que pode fazer. Por exemplo, já pensou em conhecer lugares interessantes em seu próprio país? Ou, por que não estuda um idioma estrangeiro? Com o tempo, talvez surja a oportunidade de viajar para o exterior.
Fica claro que deve-se pensar muito bem em estudar ou não no estrangeiro.Muitos e incontáveis são os benefícios, mas sob todo beneficio existe suas complicações.
Uma das razoes para a procura de estudo no estrangeiro não é pela desqualificação das universidades e escolas do Brasil mas, é o custo envolvido. Com o dólar mais baixo e mensalidades em torno de US$ 1.000, os estudantes brasileiros passaram a considerar a oportunidade de estudar fora já na graduação. Esse é o preço da Universidade Binghamton, uma das cem melhores de acordo com o anuário da U.S. News & World Report. Ela é mais barata que o Ibmec-SP. No Brasil, apenas duas universidades aparecem na lista das 200 melhores do Suplemento Times de Educação Superior, publicação britânica que avalia instituições de todos os países. São a Universidade de São Paulo (175o lugar) e a Universidade de Campinas (177o lugar). Em compensação, há pelo menos 30 instituições americanas na lista das melhores do mundo com mensalidade de cerca de US$ 1.000.
A segunda razão para o aumento da procura das faculdades estrangeiras é a própria globalização do mercado de trabalho. A principal vantagem de estudar em uma boa universidade fora do país é conseguir o que os especialistas chamam de empregabilidade global. “O estudante fica mais solicitado e pode encontrar um emprego em qualquer lugar do mundo”, diz Ryon Braga, consultor educacional.
Dá para arcar com o custo de vida em outro país? A resposta é sim, na maioria dos casos. As universidades americanas e inglesas estão preparadas para receber estudantes internacionais. Elas sabem que alunos latinos e asiáticos, em geral, não têm condições de se manter em outro país sem ajuda financeira. E oferecem algumas opções para isso. Os estudantes podem trabalhar no campus da universidade e trocar algumas horas diárias como monitor de laboratório ou ajudante de biblioteca por comida e hospedagem.
O Brasil ficou por dentro da nova tendência a procura de estudos no estrangeiro que, já assinaram convênios com universidades estrangeiras. A idéia é oferecer essa vantagem aos alunos que estudam aqui. A prática se tornou tão comum que ganhou até um nome: graduação-sanduíche. É o curso de graduação no Brasil com a experiência internacional no meio. O curso de Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, unificou o currículo com o Instituto de Educação Superior Glion, na Suíça, de modo que o aluno de lá sai com dupla titulação.
Pesando os prós e contras de estudar ou não no estrangeiro com base nesses dados,veja aquilo que se aplica melhor a você e o que deseja para seu desempenho acadêmico e comodidade em outro país.
Usamos como base: Revista Época entre jornais etc...
É vantajoso?
É importante Estudar a idéia de se mudar para o exterior.Pare para pensar : Estou preparado?
Você conseguiria lidar com as dificuldades, os problemas e os conflitos que enfrentará no exterior? Provavelmente terá de dividir um quarto ou apartamento com alguém ou morar com uma família e ajustar-se à sua rotina. Então comece por analisar como se sai em sua própria casa. Por exemplo, seus pais reclamam que você não tem consideração ou que é egoísta? É exigente com comida? Costuma cooperar no serviço de casa? Se você tem problemas nesses aspectos agora, imagine como será num país estrangeiro!
Se informe:
Antes de se mudar, obtenha todas as informações. Não dependa só do que ouve falar. Por exemplo, se está pensando em estudar fora, já sabe quanto isso vai custar? Poderá ficar surpreso de saber que com freqüência as despesas envolvem milhares de dólares. Você também precisa informar-se se um certificado obtido no exterior é reconhecido em seu país. E também procure inteirar-se de tudo o que puder sobre o país — suas leis, sua cultura, seus costumes. Que despesas estão envolvidas em morar lá? Que impostos terá de pagar? Há riscos para a saúde que deve considerar? Seria bom conversar com alguém que já morou no país.
Há também a questão de onde morar. Em um programa de intercâmbio cultural, a família anfitriã geralmente não espera que se coopere com as despesas. A alternativa pode ser hospedar-se com parentes ou amigos. Mas tome cuidado para não se tornar um fardo para eles — mesmo que insistam em recebê-lo. Isso pode comprometer ou destruir seu relacionamento com eles.
Fica claro, então, que a decisão de mudar-se para um país estrangeiro envolve muita coisa — e não deve ser tomada precipitadamente. Converse com seus pais e pese bem os benefícios esperados e os possíveis perigos. Não se deixe cegar pelo entusiasmo. Seja honesto ao analisar as suas motivações. Ouça com atenção o que seus pais têm a dizer. Afinal, eles ainda se sentirão responsáveis por você, mesmo que esteja a centenas de quilômetros de distância. É provável que precise da ajuda financeira deles para sobreviver.
Depois de pesar os prós e os contras, talvez chegue à conclusão de que não é aconselhável mudar-se para um outro país — pelo menos por enquanto. Você pode ficar decepcionado, mas há muitas outras coisas interessantes que pode fazer. Por exemplo, já pensou em conhecer lugares interessantes em seu próprio país? Ou, por que não estuda um idioma estrangeiro? Com o tempo, talvez surja a oportunidade de viajar para o exterior.
Fica claro que deve-se pensar muito bem em estudar ou não no estrangeiro.Muitos e incontáveis são os benefícios, mas sob todo beneficio existe suas complicações.
Uma das razoes para a procura de estudo no estrangeiro não é pela desqualificação das universidades e escolas do Brasil mas, é o custo envolvido. Com o dólar mais baixo e mensalidades em torno de US$ 1.000, os estudantes brasileiros passaram a considerar a oportunidade de estudar fora já na graduação. Esse é o preço da Universidade Binghamton, uma das cem melhores de acordo com o anuário da U.S. News & World Report. Ela é mais barata que o Ibmec-SP. No Brasil, apenas duas universidades aparecem na lista das 200 melhores do Suplemento Times de Educação Superior, publicação britânica que avalia instituições de todos os países. São a Universidade de São Paulo (175o lugar) e a Universidade de Campinas (177o lugar). Em compensação, há pelo menos 30 instituições americanas na lista das melhores do mundo com mensalidade de cerca de US$ 1.000.
A segunda razão para o aumento da procura das faculdades estrangeiras é a própria globalização do mercado de trabalho. A principal vantagem de estudar em uma boa universidade fora do país é conseguir o que os especialistas chamam de empregabilidade global. “O estudante fica mais solicitado e pode encontrar um emprego em qualquer lugar do mundo”, diz Ryon Braga, consultor educacional.
Dá para arcar com o custo de vida em outro país? A resposta é sim, na maioria dos casos. As universidades americanas e inglesas estão preparadas para receber estudantes internacionais. Elas sabem que alunos latinos e asiáticos, em geral, não têm condições de se manter em outro país sem ajuda financeira. E oferecem algumas opções para isso. Os estudantes podem trabalhar no campus da universidade e trocar algumas horas diárias como monitor de laboratório ou ajudante de biblioteca por comida e hospedagem.
O Brasil ficou por dentro da nova tendência a procura de estudos no estrangeiro que, já assinaram convênios com universidades estrangeiras. A idéia é oferecer essa vantagem aos alunos que estudam aqui. A prática se tornou tão comum que ganhou até um nome: graduação-sanduíche. É o curso de graduação no Brasil com a experiência internacional no meio. O curso de Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, unificou o currículo com o Instituto de Educação Superior Glion, na Suíça, de modo que o aluno de lá sai com dupla titulação.
Pesando os prós e contras de estudar ou não no estrangeiro com base nesses dados,veja aquilo que se aplica melhor a você e o que deseja para seu desempenho acadêmico e comodidade em outro país.
Usamos como base: Revista Época entre jornais etc...
O texto ficou muito bom. Parabéns e boa sorte.
ResponderExcluir